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Soraya Thronicke parte para o ataque contra Frei Gilson que fica em silêncio

A parlamentar afirmou que o religioso ultrapassou os limites da “intolerância religiosa e da misoginia”,

Redação
Por: Redação
25/04/2026 às 06h53 Atualizada em 25/04/2026 às 07h02
Soraya Thronicke parte para o ataque contra Frei Gilson que fica em silêncio
Frei Gilson

Por Alex Gonçalves 
Redação 25/04/2026 às06h45

Um forte embate público entre a senadora Soraya Thronicke (PSB-MS)  e o influente líder católico Frei Gilson reacendeu o debate nacional sobre o papel da mulher na sociedade, liberdade religiosa e os limites do discurso clerical. O caso começou a repercutir intensamente após a parlamentar compartilhar o trecho de uma pregação do frei. No vídeo, o sacerdote utiliza passagens do livro de Gênesis para defender que a missão da mulher é ser a "auxiliadora do homem", vinculando sua natureza ao cuidado e à maternidade.

Embora tenha enfatizado uma "igualdade profunda" na dignidade de ambos, o frei criticou o "empoderamento feminino" e colocou a liderança familiar sob a responsabilidade masculina.

A Reação Política
Relatora do projeto de lei que tipifica o crime de misoginia no Senado, Soraya Thronicke reagiu de maneira ríspida em sua conta na plataforma X (antigo Twitter). 

A parlamentar afirmou que o religioso ultrapassou os limites da "intolerância religiosa e da misoginia", recorrendo ao terceiro mandamento bíblico para classificar o frei como um "falso profeta" que usa o nome de Deus em vão. Além disso, a senadora pediu que a Igreja Católica tome providências severas a respeito do caso.

O Silêncio do Frei e a Voz dos Aliados
Conhecido por mobilizar massas em vigílias e deter milhões de seguidores nas redes sociais, a assessoria de Frei Gilson comunicou à imprensa que ele não responderá às provocações. Segundo a equipe do religioso, ele mantém foco exclusivo em seu ministério pastoral.

O silêncio do frei, no entanto, não impediu a manifestação de aliados. Figuras do meio político e influenciadores conservadores saíram em defesa do clérigo, apontando que rotular a leitura literal de textos milenares da Bíblia como crime configura uma grave "perseguição religiosa".

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