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Trump promete “inferno” se Irã não liberar Estreito de Ormuz até segunda

A ameaça ocorre em um momento de extrema fragilidade militar e diplomática, após a queda de duas aeronaves de guerra americanas

Redação
Por: Redação
04/04/2026 às 21h44 Atualizada em 04/04/2026 às 21h46
Trump promete “inferno” se Irã não liberar Estreito de Ormuz até segunda

Por Tribuna10
Redação 04/04/2026 às 21h27

Neste sábado (4) a crise no Oriente Médio atingiu seu ponto mais crítico desde o início do conflito. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou suas redes sociais para emitir um ultimato de 48 horas exigindo a reabertura imediata e total do Estreito de Ormuz.

 A ameaça ocorre em um momento de extrema fragilidade militar e diplomática, após a queda de duas aeronaves de guerra americanas em território iraniano na última sexta-feira.

O Ultimato: "O Tempo está Acabando"
Trump foi enfático ao declarar que o Irã tem até segunda-feira para permitir a livre circulação de navios no estreito, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. Caso contrário, o presidente prometeu que "todo o inferno cairá sobre eles", mencionando ataques diretos a usinas de energia e infraestruturas vitais.

Ameaça às Usinas: O governo americano planeja atingir a infraestrutura elétrica iraniana, começando pela maior usina do país.

Retaliação Iraniana: O Comando Central do Irã rejeitou o ultimato, chamando-o de "estúpido e desequilibrado", e ameaçou transformar toda a região em um "inferno" para os EUA e Israel, incluindo ataques a usinas de dessalinização no Golfo.

Mediação Russa e Impacto Global
Enquanto a retórica de guerra escala, a Rússia se ofereceu formalmente como mediadora para evitar um desastre econômico e humano ainda maior. A proposta russa surge em meio à evacuação de quase 200 trabalhadores da usina nuclear de Bushehr após ataques nas proximidades.

O mercado global de energia reagiu com pânico, com o preço do petróleo saltando imediatamente após o pronunciamento de Trump. Países como China, França e Japão estão sob pressão para liderar a segurança das rotas marítimas, uma vez que o presidente americano sugeriu que as nações dependentes do petróleo da região deveriam assumir o controle da segurança no estreito.

 

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