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João Azevêdo entrega escrituras a 351 famílias e avança na desprivatização de Rio Tinto
Na ocasião, também foram entregues mais 10 casas dentro do programa Parceiros da Habitação
01/04/2026 05h40
Por: Redação
João Azevêdo entrega escrituras a mais 351 famílias e avança no processo de desprivatização de Rio Tinto|Foto: Francisco França

Por Tribuna10

Redação em 01/04/2026 às 05h38

O governador João Azevêdo realizou, nessa terça-feira (31), a entrega de mais 351 escrituras de imóveis no município de Rio Tinto, referentes à segunda etapa do processo de regularização fundiária conduzido pelo Governo da Paraíba, por meio da Companhia Estadual de Habitação Popular (Cehap). 

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Em uma solenidade marcada por muita emoção no Ginásio Gerbasão, mais de mil famílias beneficiadas receberam das mãos do governador João Azevêdo e do vice-governador Lucas Ribeiro as tão aguardadas escrituras de suas casas. Com a nova entrega, o programa alcança 1.051 imóveis regularizados no município, num investimento de mais de R$ 36 milhões para assegurar o direito à propriedade às famílias de Rio Tinto, considerada por muito tempo como a “Cidade Privatizada” devido ao fato de que, desde a sua fundação, por volta de 1918, boa parte das suas moradias pertenciam à família Lundgren, proprietária da Companhia de Tecidos Rio Tinto.  

Durante a solenidade, o governador João Azevêdo destacou a importância histórica da ação para o município de Rio Tinto e ressaltou que a regularização fundiária representa uma das iniciativas mais significativas de sua gestão na área habitacional. “Nesses mais de 30 anos lutando para resolver o problema de uma cidade que pertencia a um grupo familiar, passa um filme na minha cabeça, porque a pergunta que fica é: por que não foi feito antes? Por que deixaram as pessoas sofrerem durante tanto tempo? Na verdade, faltou decisão política e a coragem que o nosso governo teve para resolver um problema histórico”, afirmou.

O gestor também lembrou das diversas visitas que fez ao município ao longo dos anos e relatou que era comum ouvir moradores preocupados com a possibilidade de perderem as casas onde viviam há décadas. “Eu vinha aqui muitas vezes e escutava as pessoas dizendo que tinham medo de alguém tomar a casa onde moravam há tanto tempo. Agora não toma mais não, gente. A casa está escriturada. A casa é de vocês”, declarou.

Redação com Assessoria de Comunicação