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Entre o Planalto e o Bolsonarismo, Republicanos busca preservar bancada e influência

A sigla aprendeu que o pragmatismo é a moeda mais valiosa de Brasília

Redação
Por: Redação
29/03/2026 às 10h03 Atualizada em 29/03/2026 às 10h08
Entre o Planalto e o Bolsonarismo, Republicanos busca preservar bancada e influência
A força do Republicanos reside na sua bancada coesa

Por Tribuna10/ Redação Política

Uma das maiores legendas política do Brasil, o Republicanos não está apenas ouvindo Flávio Bolsonaro e o PT; ele está medindo o valor de sua própria sobrevivência. A sigla aprendeu que o pragmatismo é a moeda mais valiosa de Brasília. Ao flertar com a candidatura de Flávio, o partido acena para sua base conservadora e evangélica, essencial para manter Tarcísio de Freitas competitivo em São Paulo.

Contudo, ao manter as portas abertas para o PT, o partido garante acesso a recursos e espaços de poder que sustentam suas bases regionais. O impasse reflete um Republicanos que não quer ser "puxadinho" de nenhum lado, mas sim o sócio majoritário de qualquer projeto vitorioso. O risco dessa estratégia de "uma vela para cada santo" é a fragmentação interna, mas, por ora, o partido nunca foi tão influente.

Nomes Fortes do Partido
O partido é liderado por figuras que ditam o ritmo da política nacional:
Marcos Pereira (SP): Presidente nacional da sigla e atual vice-presidente da Câmara, é o principal estrategista do partido.
Tarcísio de Freitas (SP): Governador de São Paulo e maior vitrine executiva da legenda, visto como um sucessor natural do capital político bolsonarista.
Hugo Motta (PB): presidente da  Câmara dos deputados e, peça-chave nas negociações com o governo e o centrão.
Damares Alves (DF): Senadora com forte apelo junto ao eleitorado conservador e religioso.

Força no Congresso
A força do Republicanos reside na sua bancada coesa. O partido elegeu 41 deputados federais e possui presença estratégica no Senado. Em 2025, a sigla atua como um pilar de governabilidade na Câmara, onde muitas vezes decide o destino de pautas prioritárias do Executivo, enquanto no Senado mantém uma postura mais crítica e alinhada à direita.

 

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