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Decisão da CPMI do INSS sobre Lulinha acirra tensão entre Governo e Oposição no Congresso

A medida representa um novo capítulo na escalada de tensão política entre a base do governo e a oposição no Congresso Nacional

Redação
Por: Redação
26/02/2026 às 16h44
Decisão da CPMI do INSS sobre Lulinha acirra tensão entre Governo e Oposição no Congresso
Foto: Agência Senado

Por Tribuna10
Redação 26/02/2026 às 16h47

Brasília, 26 de fevereiro de 2026 – Em uma sessão marcada por intensos debates e trocas de acusações, a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga irregularidades no INSS aprovou hoje a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva. A medida representa um novo capítulo na escalada de tensão política entre a base do governo e a oposição no Congresso Nacional.

A aprovação ocorreu após a apresentação de novos depoimentos e documentos que, segundo parlamentares da oposição, sugerem conexões que precisam ser esclarecidas no âmbito da investigação sobre supostos desvios e fraudes previdenciárias. Durante a votação, o clima esquentou com discussões acaloradas, levando à suspensão temporária dos trabalhos. 

Reações e Próximos Passos
Lideranças do governo criticaram duramente a decisão, classificando-a como uma "manobra política sem fundamentos jurídicos" e uma tentativa de desgastar a imagem da família presidencial. Em resposta imediata, a equipe jurídica da base governista anunciou que entrará com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar barrar a execução da quebra de sigilo, alegando falta de "fato determinado" para a medida.

Enquanto o embate jurídico se desloca para o Judiciário, a CPMI segue com o cronograma de oitivas. Para os próximos dias, são esperados depoimentos de empresários do setor de tecnologia que mantêm contratos com a previdência, sob suspeita de terem servido como ponte em esquemas de corrupção.

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