Polícia NA MIRA
Virginia Fonseca, Deolane Bezerra e Carlinhos Maia viram réus em ação sobre bets
O processo alega que Deolane, Virginia e Carlinhos incentivaram o jogo de maneira velada e enganosa
18/07/2025 12h34
Por: Redação
Virginia Fonseca e Carlinhos Maia

Publicado por Tribuna10
Redação 18/07/2025  às 12h45

Deolane Bezerra, Virginia Fonseca e Carlinhos Maia passaram a responder judicialmente a um processo aberto na cidade de Goiânia, movido por um homem que prefere não ter seu nome divulgado. Segundo a colunista Fabia Oliveira do Metrópoles, a ação, iniciada no último dia 9, acusa os três influenciadores de contribuírem para o prejuízo financeiro do autor, que afirma ter perdido R$ 560 mil apostando em jogos online. Segundo ele, os famosos tiveram papel determinante no vício que o levou à ruína financeira, ao promoverem essas plataformas sem esclarecer os riscos.

O processo alega que Deolane, Virginia e Carlinhos incentivaram o jogo de maneira velada e enganosa, criando a impressão de que era possível obter ganhos constantes. Para o autor, as campanhas feitas pelos influenciadores omitiram as chances reais de perda e o induziram a acreditar em um lucro fácil. “Os três atuaram como representantes das plataformas”, argumenta o homem, afirmando que eles devem ser responsabilizados da mesma forma que os donos dos sites de apostas.

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Além dos influenciadores, o autor também acusa os bancos com os quais mantém conta corrente. De acordo com o processo, essas instituições falharam ao não identificar movimentações bancárias consideradas anormais durante o período em que ele gastava altas quantias nas apostas online. O prejuízo financeiro, segundo o homem, impactou não apenas sua vida econômica, mas também suas relações familiares e sociais.

Na ação, o homem solicita que os três influenciadores removam de suas redes sociais todas as postagens que promovem as plataformas de apostas. Pede ainda o pagamento de R$ 20 mil por danos morais e a devolução dos mais de R$ 500 mil perdidos, quantia que, segundo ele, deve ser restituída pelas instituições financeiras responsáveis pelas transferências. O processo, que já soma 300 páginas, segue em tramitação na Justiça.