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Entenda a proposta que pode acabar com a reeleição para governadores, senadores e prefeitos

Além de propor o fim da reeleição, o texto também defende mandatos de cinco anos para prefeitos, governadores, presidente da República, vereadores e deputados.

Redação
Por: Redação
13/05/2025 às 07h17
Entenda a proposta que pode acabar com a reeleição para governadores, senadores e prefeitos
Proposta que pode acabar com a reeleição (Foto: Reprodução)

Por Tribuna10

Redação em 13/05/2025 às 07h18

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado marcou para a próxima quarta-feira (14) a análise da proposta de emenda à Constituição que acaba com a reeleição para presidente da República, governadores e prefeitos.

Além de propor o fim da reeleição, o texto também defende mandatos de cinco anos para prefeitos, governadores, presidente da República, vereadores e deputados estaduais, distritais e federais. A única exceção são os senadores, que teriam mandatos de dez anos.

Segundo o relator da proposta, Marcelo Castro (MDB-PI), a proposta prevê a unificação de todas as eleições no país a cada cinco anos. A medida deve gerar economia de recursos públicos e mais previsibilidade, já que “o quadro político completo seria definido numa única data”.

De acordo com a proposta, as eleições unificadas aconteceriam a partir de 2034. Até lá, uma regra de transição seria aplicada nos próximos pleitos para assegurar a coincidência dos mandatos daqui a nove anos. Prefeitos e vereadores eleitos em 2028 teriam mandatos ampliados para seis anos.

No caso dos senadores, a regra seria a seguinte:

  • eleitos em 2026, mandatos de oito anos;
  • eleitos em 2030, mandatos de nove anos;
  • eleitos em 2034, mandatos de dez anos.

Para coincidir as eleições, o mandato para prefeitos e vereadores eleitos na próxima eleição, em 2028, seriam estendidos. Ou seja, quem for eleito em 2028, será eleito para um mandato de seis anos, sem direito à reeleição.

No caso governadores e presidente da República, a possiblidade de reeleição ainda estaria assegurada no próximo pleito.

Se aprovada na CCJ, a PEC deverá tramitar em outras comissões antes de ser votada em plenário.

Redação com Portal Correio

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